Nossa história

Uma nova etapa estratégica com foco no mercado brasileiro

Tradição financeira suíça, mais de uma década de história e uma nova liderança voltada a conectar o Brasil aos mercados internacionais.

A linha do tempo

29 de novembro de 2013

A aquisição pela Banque Cramer & Cie SA

A Banque Cramer & Cie SA, integrante do Grupo Norinvest, concluiu a aquisição de 100% do capital da Banque de Dépôts et de Gestion (BDG), instituição bancária suíça com sede em Lausanne e presença em Lugano, então pertencente ao grupo italiano UBI Banca.

A integração representou um movimento estratégico relevante de expansão da Banque Cramer na Suíça, fortalecendo sua presença em Lausanne e agregando competências, relacionamentos e uma carteira com atuação expressiva no segmento hipotecário e de crédito estruturado.

Valor da operação

≈ CHF 65,6 milhões

Ativos administrados pela BDG

≈ CHF 1,1 bilhão

Ativos administrados pela Cramer, à época

≈ CHF 2 bilhões

Mais de uma década depois

O relançamento da BDG

A Banque Cramer & Cie SA, por meio de seu acionista principal, Yossef Yitzhak, relança a marca BDG com uma proposta claramente orientada ao mercado brasileiro, estabelecendo uma nova plataforma de atuação financeira entre Brasil, Suíça e mercados internacionais.

Este relançamento não se limita à retomada de um nome histórico. Ele representa a construção de uma nova arquitetura de negócios financeiros, alinhada às transformações estruturais do setor, nas quais capital, tecnologia, dados e serviços financeiros digitais passam a operar de forma integrada e contínua.

“A nova BDG nasce com a ambição de desenvolver um modelo próprio de atuação no Brasil, combinando a tradição do private banking suíço — discrição, rigor na gestão de risco, preservação patrimonial e visão de longo prazo — com uma infraestrutura moderna voltada à inovação financeira e digitalização.”

Um novo posicionamento

Uma plataforma de conexão entre mercados

A proposta da BDG não é replicar modelos bancários europeus no Brasil, tampouco competir diretamente com estruturas tradicionais já estabelecidas no sistema financeiro local — é consolidar um novo posicionamento no ecossistema financeiro, aproximando o Brasil da experiência financeira suíça e de centros financeiros internacionais.

Gestão e estruturação patrimonial

Preservação de capital e crédito estruturado, com o rigor de risco do private banking suíço aplicado à realidade de empresas e famílias brasileiras.

Operações cross-border

Conexão entre o Brasil, a Suíça e centros financeiros internacionais — capital e relacionamento fluindo nos dois sentidos, não uma via de mão única.

Tecnologia financeira

Capital, dados e serviços financeiros digitais operando de forma integrada e contínua — a infraestrutura que sustenta a nova arquitetura da BDG.

Investimentos e corporate/institucional

Soluções voltadas a investidores, empresas e instituições que buscam uma plataforma de conexão entre mercados, não um banco tradicional replicado.

O Brasil como eixo estratégico

Sua relevância econômica, a crescente sofisticação de seus investidores e empresas, bem como a demanda por soluções mais eficientes de financiamento, proteção patrimonial e internacionalização de capital, tornam o Brasil um eixo estratégico natural para a expansão e consolidação da nova BDG.

Mais do que um mercado-alvo, o Brasil passa a ser entendido como um polo estruturante da estratégia global da BDG, a partir do qual se desenvolvem conexões com a Suíça e outros mercados internacionais.

Sob a liderança de Yossef Yitzhak, o relançamento da BDG representa a consolidação de uma nova visão institucional — não apenas o retorno de uma marca, mas a construção de uma nova identidade estratégica no setor financeiro internacional.

Liderança

Yossef Yitzhak

Acionista principal da Banque Cramer & Cie SA, à frente do relançamento estratégico da marca BDG com foco no mercado brasileiro.

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BDG — tradição financeira suíça, inovação tecnológica e capital global conectados ao Brasil.